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Festival de Cinema Feminino 2018 05/09/2018 12:42

Programação do VI Festival 'Tudo Sobre Mulheres' que acontece nos dias 05 a 09 de setembro em Chapada de Guimarães.

O festival Tudo Sobre Mulheres ganhou uma edição em 2018 e acontecerá de 05 a 09 de setembro em Chapada de Guimarães depois de um hiato de sete anos.

As produções selecionadas são produções brasileiras e tem até 25 minutos de duração e suas temáticas abordar o universo feminino.
"Sete anos de intervalo - um setênio - e agora retomamos o Tudo Sobre Mulheres. Após este período, a transformação foi muita - agora os filmes chegam pelas nuvens e não mais em DVD pelos correios, tudo está definitivamente digital, evoluiu. Por outro lado, a questão de gênero também se modificou neste período, e percebo que agora temos muito mais o que reivindicar e lutar - por equidade, por salários compatíveis, contra a violência, o feminicídio, pelo direito de viver nossos corpos e sexualidade como julgarmos que seja o melhor para nós", afirma Danielle Bertolini, curadora e idealizadora do festival.

A 6ª edição recebeu mais de 200 filmes inscritos que concorrem a diversos prêmios neste festival que se caracteriza em colocar frente às câmeras o protagonismo feminino. É um espaço em que é observado “quais mulheres são filmadas e quais histórias são contadas”. Ao longo do tempo confere se uma diferença no perfil das personagens retratadas nos filmes de cineastas homens. “Antes, via um universo de protagonistas problemáticas, com depressão, síndrome do pânico, histeria. Agora, há maior valorização do empoderamento”, avalia, acrescentando que sua intenção nunca foi a de criar um “clube da Luluzinha”. “Acho que não vamos conseguir fazer uma revolução feminista só com as mulheres. Os homens têm de estar junto com a gente nessa história.” - complementa Bertolini.

O regulamento do festival amplia o conceito de “universo feminino” não estabelecendo critérios específicos somente atendendo a classificação por formatos (ficção, documentário e animação) e pela diversidade de temáticas e recortes. Segundo Danielle, grande número de produções inscritas incluem personagens trans, abordam questões urgentes como assédio e violência e também as novas mídias, em particular o ciberbullying.

Como em edições anteriores, a organização dos eventos a serem realizados tem como meta refletir a realidade do território onde nasceu o Festival Tudo sobre Mulheres, "sempre levando a um caminho voltado para a arte”, define Danielle. Além dos filmes a programação será
- Pocket Show com Hendson Santana
- Rodas de Conversa
- Batalha das Minas com Ana Gabriela Santana Corrêa (Pacha Ana)
- Show com Estela Ceregatti
- Siriri com o Grupo Cambambi (de Chapada dos Guimarães)
- Show com banda Fellini (Fidel Fiori)
- Apresentação do espetáculo Inhamor, com Thereza Helena S N
- Roda de Samba das Cabrochas com Deize Águena MoreiraJuliane Grisólia, Andrea Rosa (cavaquinho e vocal), Deize Águena (voz), Fatima Campos(voz), Juliane Grisólia (pandeiro e voz), Monica Campos (surdo), Sandra Regina(voz), Sônia Moraes(voz).
- Mesa sobre Protagonismo Feminino no Audiovisual, com Debora IvanovCynthia FalcãoVera ZaveruchaJulia Leme Priolli, Sara Silveira e Maria Ceiça De Paula

A curadoria é formada por

 

Aline Wendpap – Doutora em Estudos de Cultura Contemporânea, Mestre pela linha de Educação e Psicologia da UFMT, comunicóloga, Professora e Produtora Cultural. Escreveu: “A televisão sob o ponto de vista das crianças”. Ministra cursos e oficinas sobre Teatro, Produção, Audiovisual, Psicanálise, dentre outros temas. Fez: Cinegrafia no vídeo “A Juventude no RJ e em Cuiabá” (2006); Colaboração técnica no vídeo “Sobre a Violência” (2006); oficina “Plágio, nunca mais! Use o rádio e o teatro como ferramentas de apoio à Educação”(2005); direção de elenco no vídeo “Passa na semana que vem”. Planejou e dirigiu o espetáculo de dança contemporânea: “Choro da Alma” – vencedor de dois Prêmios Klauss Viana de Dança 2011 e 2012 .

 

Danielle Bertolini – É diretora geral do Tudo Sobre Mulheres, sócia fundadora da Cumbaru Produções Artísticas. Atua desde 2.000 como diretora, roteirista e produtora executiva. Roda em 2016 o curta “Filhos da Lua na Terra do Sol”, vencedor do prêmio de Melhor Filme na Mostra Sesc de Cinema 2017 e licenciado para o canal Cinebrasil TV. Diretora e roteirista de cinco médias metragens (“Águas Encantadas do Pantanal” (2000), “Festa de Família” (2000), “Sobre a Violência” (2012), “Encontro de Parentes” (2013), “De Volta Pra Casa”(2015), atualmente prepara-se para dirigir seu primeiro longa metragem, “Rainha Tereza”, a ser rodado em maio de 2019.

 

 

Fernanda Solon – Comunicadora formada pela Universidade Federal de Mato Grosso, habilitada em Rádio e TV e pós-graduada em Gestão Cultural, com ênfase em  cultura, desenvolvimento e mercado. É produtora audiovisual e cultural há 7 anos no mercado independente, , atualmente trabalha como analista de audiovisual no Sesc Mato Grosso.

 

O júri será constituído por vários especialistas nas áreas das artes e comunicação.

 Amauri Tangará – Roteirista, dramaturgo, cineasta, diretor teatral, preparador de atores,  provocador cultural, ator. Amauri é um autodidata que se dedicou as artes desde cedo. Líder firme e  generoso de suas equipes, circula à vontade entre palcos e sets, privilegiando sempre o “angariar afetos”.

 

 

Leonardo Esteves – professor do Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Mato Grosso (FCA/UFMT). Mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA/UFRJ); e Doutor em Comunicação Social pela PUC-Rio com período sanduíche (bolsa CAPES) na Université Sorbonne Nouvelle – Paris 3. É realizador desde 2007, já tendo dirigido curtas-metragens e um longa-metragem em fase de finalização.

 

 

Maria Ceiça – atriz, cantora e apresentadora brasileira, nascida na cidade do Rio de Janeiro e com respeitável carreira no teatro, no cinema e na televisão. Formada pela Escola de Teatro Martins Pena, começou a sua carreira profissional em 1989, na Rede Globo, com a novela Pacto de Sangue. Desde então, atuou em várias novelas pela Rede Globo e pela Rede Record, interpretando personagens que ficaram no inconsciente do público brasileiro e lusófono, tais como a Tuquinha Batista de “Felicidade”ou a Márcia de “Por Amor”. Como apresentadora, está desde 1997 na TV Escola, um canal de educação dirigido aos professores e alunos das escolas públicas do Brasil. Em 2007 exerceu a função de Superintendente da Igualdade Racial, na Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, está à frente da Produtora Luminis Produções Artísticas.

 

Julia Katherine – Atriz e roteirista trans, é beneficiária do projeto Transcidadania da Prefeitura do Estado de São Paulo. Em 2000 trabalhou como atriz no filme “Crime delicado” de Beto Brant, participou Mostra de Cinema de Tiradentes com o filme Lembro Mais dos Corvos, longa- metragem que estrelou e roteirizou em parceria com o diretor Gustavo Vinagre e foi a ganhadora da edição deste ano (2018) do Prêmio Helena Ignez.

 

 

Juliana Segóvia – Graduada em comunicação e mestre em estudos de cultura contemporânea pela Universidade Federal de Mato Grosso. Dirigiu e roteirizou dois filmes Sob os Pés e Kalpa. O vídeo arte “Kalpa foi premiado com a melhor montagem pela Mostra Sesc de Cinema do ano 2017, recebendo também menção honrosa no 25º Salão Jovem Arte. Realizou algumas produções audiovisuais no Sesc Mato Grosso, sendo elas: 100Em1Dia/Cidade Possível, InRede – Negócios Culturais, Panorama das Artes da Cena, Afro Paladar e experimentações videográficas para a Mostra Guaná e Seminário de Políticas Públicas. Trabalha com grupos teatrais como o in-Próprio Coletivo e EspectroLab. Proprietária da Moiré Filmes, produtora independente que atende o segmento exercendo funções de direção, roteiro, edição de vídeos, animação, captação e finalização.

 

Vera Zaverucha – Com mais de 30 anos de experiência na área pública, ocupou diferentes cargos nas principais instituições responsáveis pelas políticas públicas para o audiovisual e pelo financiamento do setor cinematográfico no Brasil. Durante os anos de 2002 até 2010, foi assessora-chefe da presidência da ANCINE e superintendente de Acompanhamento de mercado, foi a responsável pela proposta e criação da OCA – Observatório do Cinema e do Audiovisual. Em junho de 2011, foi nomeada diretora da ANCINE pela Presidência da República, para um mandato de quatro anos. Desde 2015, têm atuado como consultora, professora e palestrante especialista na regulação do audiovisual.

 

Já a homenageada é a artista plástica Regina Pena, moradora de Chapada dos Guimarães e após ser diagnosticada com esclerose múltipla reside agora em Cuiabá onde continua produzir sua arte.

Confira a programação    


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